Célia Maps

 

Olá leitor,

A grande maioria de nós tem hoje uma conta nas redes sociais e vinculado a esta uma localização no Google Maps.

Alguém interessado nos seus serviços pode marcar uma consulta pelo WhatsApp e com o auxilio do GPS chega sem problemas, indo a pé, de carro ou de transporte publico.

Mas você imagina como se fazia antigamente (nem tão antigamente assim)?

Uma pessoa indicada ou que conseguisse seu telefone nas Paginas Amarelas que era um Guia de negócios onde quem queria fazia anuncios pagos e que era distribuido a cada dois anos para os assinantes da Telesp (Companhia Estatal de Telefônia de SP) telefonava, as vezes de um telefone publico para saber como chegar. Os telefones publicos eram alimentados por fichas que mantinham uma ligação por 3min.

Quem atendia o telefone, normalmente uma secretária, muitas vezes desconhecia outras regiões da cidade. Então imaginem a cena:

Uma pessoa liga pra saber como chegar num lugar que não conhece e é orientada por uma pessoa que desconhece o local de onde a outra vem e isso não pode passar de 3 min. Estações de metrô, linhas de ônibus, pontos de descida e pontos de referência. Em TRÊS MINUTOS.

Ah claro, quem ia de carro  bastava ter um Guia de Ruas e uma pessoa do lado  mandando entrar a direita ou a esquerda e torcendo para que a sua versão do guia fosse recente e que não tivesse sido alterada a mão de direção das ruas.

Eu, numa fase dessas tive o capricho de fazer um mapa a mão com o caminho vindo de um bairro mais central e que mostrava as vias principais, um pouco mais caprichado que este que ilustra o post. Deixava esses mapas no consultório dos indicadores. Facilitava muito.

Hoje você antes de sair diz “Ok Google”, fala o endereço que quer e dá um “IR”. Seja a Siri, a moça do Google ou a do Waze ou ainda a voz personalizada que você escolher te diz não só como mas também quanto tempo demorará a chegar.

É, os tempos mudaram, e muito!

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Published in: on 31 de março de 2018 at 09:19  Deixe um comentário  
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Aposentada, ser ou não ser?

Em 01/06/1981 minha carteira profissional recebeu seu primeiro registro.

Eu tinha 15 anos.

Fui admitida como secretária numa unidade do CCAA, escola de inglês, com um salário de Cr$9.000,00 (nove mil cruzeiros por mês).

De lá para cá muuuuiiiita coisa aconteceu e não me lembro, felizmente, de ter ficado mais do que alguns meses desempregada. Exerci várias funções em diversas áreas, algumas nem chegaram a ser anotadas na carteira. Estudei, me formei em Técnica em Prótese Dentária (1983) e em Odontologia (1990). São 37 anos de trabalho.

Hoje estou vivendo a experiência de fazer a contagem do tempo de contribuição para aposentadoria pelo INSS.

É uma sensação estranha, sou de uma geração em que os aposentados todos eram vistos como velhos e incapacitados para o trabalho.

Não sou nem um nem outro.

Ok, já conto 52 anos, não sou tão nova, mas ainda tenho muita lima pra rodar e na roda do capitalismo o trabalho é que nos mantém.

Com as mudanças na lei da previdência alguns dos leitores precisarão de mais tempo para se aposentar e se eu puder dar algum tipo de conselho esse é, pense no futuro. Faça algum “pé de meia” como previdência privada, por exemplo, porque o aumento da expectativa de vida não será contemplado pela previdência pública.

Chamou minha senha!

Boa sorte para mim!

Published in: on 6 de fevereiro de 2018 at 10:59  Deixe um comentário  
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Muito mais, nunca do mesmo.

Olá leitores.

Vocês que me dão o prazer da visita sabem bem que eu transito na linha tênue que separa a clássica e a moderna odontologia.

Quando se fala em pesquisa e ciência quase não se pode contar o tempo em anos. A evolução é muito dinâmica.

Aquilo que era verdade absoluta há 10 ou 15 anos hoje quase nem é mais praticado, e nós sabemos como é difícil acompanhar essa evolução. A internet possibilitou o acesso as informações que chegam em cargas enormes e que por vezes mais complicam do que explicam.

É preciso filtrar.

Todo início de ano, acontece em São Paulo o maior congresso de odontologia do Brasil, em números absolutos e relativos, de congressistas, palestrantes, expositores e negócios.

Durante este evento, nós podemos conhecer melhor as novas técnicas e materiais disponíveis em cada especialidade. Eu que tenho curiosidade procuro saber um pouco de tudo pra poder melhor orientar meu paciente.

A carga de informação que se agrega em 4 dias é enorme e vai do sistema recíprocante ao retalho mucoso pra cobertura de implante, passando por lesões cervicais não cariosas, alinhadores ortodônticos, adesividade em zircônia, ácido hialurônico, tomografia, laser, etc.

Mas voilá.

Semana que vem retornamos para nossas rotinas diárias, cansados mas cheios de energia e confiança e levandos aos nossos paciente uma Odontologia de qualidade.

Uma Odontologia raiz, mas agregada de muita coisa Nutella.

Published in: on 3 de fevereiro de 2018 at 09:00  Deixe um comentário  
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Controle da umidade

 

Olá leitores,

Na Odontologia atual não se concebe a ideia de fazer procedimentos restauradores ou endodonticos sem um isolamento.

Na endodontia a preocupação é principalmente manter o campo livre de contaminação além de evitar acidentes com os instrumentos como deglutição ou aspiração (Deus nos livre). Na dentística o controle da umidade é responsável pelo sucesso ou insucesso na adesividade dos materiais restauradores.

Mas isso hoje.

Lá atrás, num tempo em que os aspiradores de saliva nem eram parte integrante dos equipamentos odontológicos, esse controle não existia. Durante os preparos e procedimentos o dentista fazia pequenas interrupções para que o paciente cuspisse. As restaurações diretas eram basicamente os amálgamas que não sofriam com a embebição e as endodontias sofriam com tantas dificuldades que a umidade era só mais uma.

No meu tempo de faculdade a regra era o uso do isolamento relativo, com roletes de algodão. Tinha até um posicionador que prendia no queixo, semelhante ao da foto, mas com o detalhe que tinha um tipo de alfinete pra fixar o rolete. Fatalmente o algodão de movia e a ponta do alfinete ficava furando a língua do paciente que, se estava anestesiado, a gente só percebia isso quando tentava descobrir de onde vinha o sangue.

Sabemos que as realidades são diferentes e mesmo hoje em dia muito se usa o isolamento relativo, mas o auxilio do sugador faz toda diferença.

Aproveito aqui para render minhas homenagens aos colegas que trabalham em clinicas ou serviços públicos que nem sempre tem o sugador funcionando.

 

Published in: on 21 de dezembro de 2017 at 11:53  Deixe um comentário  

A moda e a Odontologia

 

 

Olá leitores,

Nós dentistas somos uma espécie esquisita e desafio que me convençam do contrario.

A grande maioria de nós vai passar toda vida profissional enfornados entre quatro paredes de cores sóbrias com equipamentos e utensílios sem nenhum glamour, mas muito se engana quem acredita que a moda não nos atinge.

A Odontologia, que inicialmente era dominada por homens estava limitada a salas escuras com colegas de paletós e gravatas.

Com o passar do tempo o uso de aventais passou a ser mais comum e os uniformes eram usados apenas pelas atendentes.

Mais um salto no tempo e passamos a utilizar o branco que nos empresta um ar de higiene e limpeza, além de denunciar mais fácil quando a roupa está suja. Mas com o domínio feminino da profissão isso estava com os dias contados. Na minha época de faculdade a única exigência era que a roupa fosse branca.

A foto do post é do ano de 1988 ou 1989 e foi tirada durante uma clinica de dentistica. Além do cabelo solto, minha roupa era um macacão de frente única e que não cobria a perna toda. Nos pés eu tinha uma sandália aberta. Mas pelo menos era tudo branco. 😛

De uns anos para cá a norma passou a ser o uso de jalecos, de preferência de mangas compridas e punhos e claro, de tecido leve, porque né?

A biossegurança deve ser o foco e neste caso eu acho que a moda nos tirou um pouco do bom senso.

Quem frequenta feiras e congressos está acostumado a ver o aglomerado de colegas em frente aos stands de jalecos e até poucos anos atrás a escolha se dava por pequenos detalhes coloridos nas golas e botões. Nessa época começaram a surgir também os gorros coloridos. Eu segui esta moda.

Há questão de dois ou três anos a moda invadiu a Odontologia. Cores, tecidos, estampas e modelos, mas eu particularmente acho que por vezes exageram em detalhes. Meio que desconsideram o fato de que detalhes são ótimos esconderijos para sujidades.

Mas o start para este post foi a chegada ao mercado dos modelos em Neoprene FunMask, um tecido que é impermeável, não amassa, não esquenta no calor, mantém a temperatura no frio e maravilha das maravilhas, não mancha (nem com hipoclorito nem com fixador).

Parafraseando Zeca Pagodinho ‘Nunca vi nem provei eu só ouço falar’ mas acho que esse é ~tendência~ Hahaha!

É claro que a moda está na Odontologia também nas cores e materiais das cadeiras e equipamentos, nos designs ergonômicos, etc. Mas é nos jalecos que ela se faz mais visível.

Que venham agora os sapatos confortáveis e mais bonitos, porque com o tempo todos acabamos por nos render aos Crocs. Eu ainda resisto bravamente.

Abraços.

Published in: on 27 de outubro de 2017 at 08:30  Deixe um comentário  
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Dor de dente é coisa antiga.

Olá leitores,

Não tem um só dia que nós dentistas não ouvimos uma queixa sobre como é ruim ir ao dentista.

Ok, pode não ser o melhor dos programas, mas para isso eu sempre contraponho com a ideia de quanto seria pior não ter esse serviço numa hora de necessidade.

Pesquisadores da Universidade de Adelaide, na Austrália, descobriram que quase 50.000 anos antes da descoberta da penicilina, um jovem Neandertal espanhol que morava em El Sion (atual Asturias) comeu um fungo antibiótico chamado Penicillium e mastigou pedaços de álamo que continham acido salicilico – o ingrediente ativo da aspirina moderna.

O fóssil analisado era uma mandibula de um macho jovem que revelou danos provocados por um abcesso e continha placa dental com restos de um parasita intestinal que causa diarréia aguda.

O uso dessas substâncias indicam um bom conhecimento de plantas medicinais pelos Neandertais.

Portanto, a próxima vez que seu cliente disser que “odeia Dentista” responda prontamente:

– O homem de Neandertal sonhava com um dentista e tudo que ele tinha era “uns” pé de mato. Abre a boca e não reclama.

Rá!

Matéria completa aqui

Published in: on 10 de março de 2017 at 16:32  Deixe um comentário  
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SEUS PROBLEMAS (E DESCULPAS) ACABARAM.

 

 

Se manter atualizado sobre técnicas e materiais nos dias de hoje, com inovações sendo divulgadas a cada hora na internet gera dois tipos de reações, a que anima saber que nosso dia a dia pode ficar mais fácil e nosso trabalho melhor e a que gera dúvidas de como e onde utilizar as novidades.

Empresas do ramo costumam ter promotores que visitam-nos no consultório com o objetivo de elucidar duvidas. Infelizmente esse serviço atinge uma pequena parte de nós, e na maioria dos casos os promotores não técnicos e nem sempre tem a experiência do uso do material. Quem já não saiu do CIOSP ou de qualquer outro congresso do tipo, com a promessa de uma visita que nunca se confirma?

Você que, como eu está num, grande centro e próximo a centros de estudos e pesquisas pode eventualmente fazer um curso com um colega que já domina tal técnica, mas e o colega que mora no interior do país, ou mesmo em São Paulo, mas em cidades pequenas? E os custos de um curso?

Eu tenho sempre muito cuidado para criticar um trabalho de um colega, principalmente se foi feito há mais de 20 anos e falei sobre isso aqui por imaginar as dificuldades nas atualizações, mas se você está nessa situação: SEUS PROBLEMAS ACABARAM!

Há alguns poucos anos uma dupla de amigos empreendedores decidiram investir numa idéia que inicialmente era fazer uma plataforma de contato entre colegas. Mas visionários que são, decidiram ampliar os horizontes e passaram a oferecer conteúdo cientifico.

Hoje o IDent é uma plataforma com um rico conteúdo que atinge a grande maioria das nossas necessidades.

Lá você encontra desde os contatos de colegas para fazer o tão importante networking, um catálogo completo de produtos com link para as lojas, mas a cereja do bolo é se ter acesso a um enorme conteúdo de CURSOS e DICAS on line com os mais renomados e influentes professores das mais diversas áreas.

Você pode por exemplo assistir curso de dentistica com o Garófalo ou com o Carlos Francci ou ainda endo com o Marcelo dos Santos quando quiser.

E o que você precisa para isso?

Ter um computador com acesso a internet e fazer uma assinatura anual.

Eu fui presenteada com uma assinatura pelo Felipe Cabral para conhecer e adorei.

Não estou fazendo propaganda de ninguém, eu realmente gostei.

Outro dia assisti uma aula sobre tomada de medias para fazer uma prótese total e tirei dicas maravilhosas.

Claro que nada substitui um curso presencial, um hands on para se ter contato com o material, mas pra muita gente isso será de grande ajuda.

Vai lá, conheça o IDent.

Abraços.

Published in: on 13 de fevereiro de 2017 at 08:00  Deixe um comentário  
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Eleições CROSP

Desde que ingressamos na faculdade de Odontologia e até os últimos dias de exercício da profissão estaremos ligados firmemente aos CRO (Conselho Regional de Odontologia) do estado onde escolhemos trabalhar.

Temos que registrar o diploma junto ao órgão que emite a carteira que nos dá o direito ao exercício legal da profissão.

Tão certo quanto o hipoclorito vai cair na única parte colorida do seu jaleco é a chegada do boleto da anuidade logo nos primeiros dias do ano.

Na próxima sexta feira, 10/02, vai ocorrer a eleição no CROSP para ao biênio 2017/2019.

Pela primeira vez a votação será feita pela internet mediante o uso de uma senha que foi enviada para o seu email e que validará seu voto. Caso suas informações cadastrais estejam desatualizadas e/ou você não recebeu o email, você deve ir no site do CROSP que tem todas as informações para o pleito.

O voto é obrigatório e não fazê-lo lhe renderá uma multa de R$ 167,84

Mas você sabe qual são as atribuições dos CROs?

Os Conselhos Regionais de Odontologia foram criados em 1964, por Lei Federal (Lei nº 4.324 de 14/04/1964), e constituem uma autarquia, dotados de personalidade jurídica, com autonomia administrativa e financeira, tendo por finalidade a supervisão da ética profissional e a fiscalização do exercício profissional, cabendo-lhes zelar e trabalhar pelo perfeito desempenho ético da Odontologia e pelo prestígio e bom conceito da profissão e dos que a exercem legalmente.

Além das funções estritamente legais, os CROs também contribuem com a valorização profissional, promovendo eventos que reforçam a união da classe odontológica e que contribuem para a formação técnica; atuam na orientação a população, através de campanhas de prevenção e informação; fomentam discussões sobre assuntos fundamentais a odontologia, como o ensino nas universidades; trabalham em parcerias com as universidades, buscando aprimoramento na formação do cirurgião-dentista; orientam o profissional no exercício de sua profissão. E, o mais importante, é o guia, do profissional da Odontologia, para conduzi-lo aos caminhos de uma conduta profissional ética, comprometida, responsável e consciente.

O CRO não tem poder de polícia, portanto não é da alçada dele impedir a venda ilegal de apetrechos ortodônticos nas ruas e agir diretamente contra aqueles que ‘instalam’. O CRO não tem poder de polícia.

Você pode concordar ou discordar das decisões e ações tomadas pelos que ‘comandam’ a classe, mas lembre-se, os dirigentes são eleitos por nós. Quem não escolhe permite que escolham por ele.

Abraços.

Published in: on 9 de fevereiro de 2017 at 08:30  Deixe um comentário  
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Mocho não, SALLI !

 

Olá leitores,

Como a maioria de vocês deve saber, entre os dias 01 e 04 de fevereiro passado salli2ocorreu em São Paulo o 35ºCIOSP (CONGRESSO INTERNACIONAL DE ODONTOLOGIA DE SÃO PAULO) que tem a fama de ser o maior evento odontológico da América Latina. Teve overdose desse assunto nas redes sociais 😀

Aos congressistas são oferecidos cursos na grade oficial com renomados professores e temas atuais, mas a cada ano que passa a feira que faz parte do evento toma maior proporção.

Há alguns anos o CIOSP acontecia bi anualmente no Palácio da Convenções do Anhembi. A logística lá era um pouco mais complicada. Apesar de grande o espaço começou a ser insuficiente. Os cursos tinham que acontecer no Auditório Elis Regina, que apesar de ser no mesmo complexo, era distante da feira. Sem falar que o pavilhão não tinha sistema de ar condicionado. Imaginem, milhares de pessoas confinadas num espaço coberto por telhas, sem ar condicionado, em pleno verão paulistano.

Já faz algum tempo que o evento ocorre anualmente no Expo Center Norte e que, ainda que tenha pontos a melhorar, recebe o evento mais adequadamente.

Até o terceiro dia o evento tinha recebido uma média de 22 mil pessoas por dia, ou seja, a vitrine dos sonhos para qualquer empresa que ofereça produtos e serviços para Dentistas, técnicos em Prótese Dentária e outras profissões correlatas.

Com o advento da internet, pouca coisa hoje em dia tem o impacto da novidade. As invenções e descobertas estão a um click de distância e com isso um evento desse porte teve também que se adaptar.

A grande maioria das empresas promovem hands on e workshops para possibilitar ao congressista a oportunidade de conhecer e manusear seus materiais e/ou equipamentos. Implantes, Facetas, Clareadores, Motores endodônticos, Sistemas ortodônticos, Resinas e etc., tudo concentrado num só evento.

Este ano em especial eu andei muito, conversei com muita gente e conheci muita coisa. A odontosfera vai estar cheia desse assunto nesta semana e então eu decidi me concentrar num produto que eu achei o mais interessante em termos de novidade.

A figura do dentista que atende sentado no mocho é relativamente nova na Odontologia. Até o final dos anos 1980 a grande maioria atendia de pé. As cadeiras odontológicas não eram nada ergonômicas. Seus sistemas de acionamento eram mecânicos e pesados. Mudar a posição era difícil e demorado. A visualização do campo operatório era limitada e a maioria dos dentistas trabalhava sozinho. Estar em pé facilitava o girar em torno do paciente procurando a melhor posição e dava agilidade para acessar armários e balcões mais distantes.

O uso dos mochos deu ao dentista a possibilidade de trabalhar mais ergonomicamente já que somos os profissionais que mais tem doenças ocupacionais relacionadas a coluna vertebral, articulações e circulação de membros inferiores.

E é aí que entra o tema e a foto deste post.

“SALLI” é o nome desse equipamento. Apesar de relativamente novo por aqui, o Sr. Victor Lembo, presidente da SALLI BRASIL me contou que conheceu o produto, que é finlandês, no Canadá no inicio dos anos 1990. Desde 2009 representa e distribui a marca no Brasil e há poucos dias inaugurou um show room paulistano, no bairro da Vila Madalena.

O design do  SALLI  favorece a postura porque, entre outros motivos, concentra o peso do tronco sobre sallios ísquios,
diminuindo a curvatura da coluna, melhora a circulação das pernas por mantê-las na angulação correta, o que diminui as chances de varizes bem como ajuda na diminuição do arco dos braços durante os procedimentos.

E você deve estar se perguntando se é confortável.

SIM, muito!

Como não ponho preço no trabalho dos outros, não vou dizer que seja caro, mas barato ainda não é.

Se você ficou curioso, visite a pagina da empresa, saiba mais da história do produto e tire suas dúvidas.

Eu já coloquei um SALLI na minha lista de desejos.

Um abraço.

Published in: on 6 de fevereiro de 2017 at 11:24  Comments (1)  
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Velha, eu???

Museu e Biblioteca de Odontologia Dr. Elias Rosenthal

Oi pessoal!!!

O post de hoje é bem curtinho pq como vocês devem estar sabendo ta rolando em São Paulo o 35ºCIOSP que tem a grade bem cheia de temas e a feira com ótimas oportunidades de negócios. Tô indo pra lá daqui a pouco.

Mas hoje estou aqui para fazer mais uma vez o link entre o velho e o novo.

Na bolsa com material para o congressista veio essa imagem que ilustra o post e que é do Museu Elias Rosenthal que fica no prédio da APCD Central e conta a historia da Odontologia.

Achei a foto linda, ainda mais eu que adoro observar as evoluções.

Ocorre que esta mesma foto me causou um drama.

Quão velha você é quando um equipamento que você utilizou muito, até recentemente, está exposto num museu (como o amalgamador Dentomat assinalado na foto)?

Quão velha você é quando leva seu contra ângulo para o Centro de Reparos da KavoKerr e descobre que não tem mais peça pra conserto porque ele é muito antigo?

Por isso eu estou todos estes dias de congresso no Lounge Aquário dos Digital Influencers by KavoKerr no CIOSP, rodeada do pessoal da nova geração como as OdontoDivas, O Vida De Dentista, o Ortoblog e outros colegas e aprendendo um pouco sobre as novas tecnologias e tentando oferecer a eles um pouco do que eu sei.

lounge

E claro, absorvendo tudo aquilo que uma evento desse porte pode nos oferecer e que me ajudará a melhorar meus processos, tanto em tempo quanto em qualidade.

Bora pra lá gente!

 

Published in: on 3 de fevereiro de 2017 at 11:01  Deixe um comentário  
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